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O papel das finanças na incorporação da sustentabilidade

Eletropaulo participa da Jornada Terceira Margem promovida pelo GVCes

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  • Imersão - Jornada Empresarial Terceira Margem - GVCes
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Uma imersão em campo para conhecer novas realidades e refletir sobre os desafios e oportunidades que se apresentam nos territórios, especialmente ligados à sustentabilidade e ao mercado financeiro, e que demandam uma visão mais integrada e sistêmica. Assim foi a Jornada Empresarial Terceira Margem, iniciativa do Centro de Estudos de Sustentabilidade (GVCes) da Fundação Getúlio Vargas, realizada entre os dias 22 e 24 de agosto.

Por sua tradição e relevância para a dinâmica do sistema financeiro brasileiro, o local escolhido foi a cidade de São Paulo, que desde o início do século XX congrega parte significativa das principais instituições do sistema financeiro tradicional.  

Nessa jornada, o diálogo girou em torno do que vem sendo construído em diversas organizações por profissionais de diferentes posições, relacionando os temas sustentabilidade e finanças. Os participantes foram provocados a identificar e elaborar possíveis caminhos para que esse processo ganhe velocidade e escala nas empresas. 

Sustentabilidade como parte do modelo do negócio

Durante os três dias, os participantes tiveram a oportunidade de dialogar e compreender melhor como funciona o sistema financeiro nacional, e como as finanças podem contribuir para incorporar a sustentabilidade nas tomadas de decisão estratégicas nas empresas. 

Com a participação de representantes do Banco Central, Febraban, B3, Banco Santander e Robobank, os profissionais puderam entender melhor como funciona o sistema de finanças tradicional. Também tiveram um panorama sobre o mercado financeiro brasileiro, quais são os seus principais mecanismos, os atores com quem se relacionam e como as resoluções podem apoiar ou dificultar a inserção do tema da sustentabilidade nesse sistema. 

Outro tema abordado foi o de regulações ambientais e os critérios de sustentabilidade considerados na análise de risco e nas decisões sobre investimento e crédito, e o que se espera que as empresas comuniquem aos seus investidores e financiadores. 

Também foi falado sobre como atender a demandas de mercado que necessitam, cada vez mais, de soluções inovadoras e que desafiam o sistema financeiro tradicional – desde inclusão no sistema até a possibilidade de que o investidor selecione os negócios e atividades em que seus recursos serão investidos, inserindo projetos de sustentabilidade e negócios de impacto social entre as opções de investimento. 

Por fim, com o objetivo de trocar aprendizados e conectar os diálogos e experiências dos dois primeiros dias com as histórias de vida dos participantes e com os negócios das empresas representadas, o terceiro e último dia foi de imersão na Universidade Corporativa Pernambucanas, no Campo Limpo. 

“Essa imersão foi uma experiência fantástica, pois pude conviver com profissionais de áreas e de empresas diferentes, mas que enxergam na sustentabilidade um grande diferencial competitivo e que precisa estar integrada ao sistema financeiro”, relata Patricia Vasconcelos, especialista em Sustentabilidade da Eletropaulo.

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